Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia, a mortalidade do infarto pode triplicar quando o paciente atrasa o atendimento. Infarto não dá tempo de dúvida. A cada minuto que se perde, o músculo cardíaco também se perde. Por isso, se eu infartasse hoje, essa seria a primeira coisa que eu faria:
Reconheceria os sinais — mesmo os atípicos
- Dor ou pressão no peito (que pode irradiar para braço esquerdo, costas, mandíbula)
- Falta de ar
- Suor frio, náusea, tontura
- Em mulheres, idosos e diabéticos, os sintomas podem ser diferentes: mal-estar súbito, cansaço extremo, falta de ar sem dor no peito
Chamaria o SAMU
Chamaria o SAMU (192) imediatamente ou pediria para alguém me levar ao hospital mais próximo com estrutura para atendimento de emergência.
OBS: Certamente eu não iria dirigindo.
Informaria minha condição (se tiver)
Se uso medicamentos, tenho histórico familiar, comorbidades, tudo isso ajuda no atendimento rápido e preciso.
Aceitaria o tratamento precoce e, se necessário, a angioplastia
Quanto mais rápido for desobstruída a artéria, maior a chance de preservar o músculo cardíaco e evitar sequelas.
Após estabilização, encararia o infarto como um recomeço, não como o fim
Mudança de estilo de vida, reabilitação cardíaca, adesão rigorosa ao tratamento medicamentoso e acompanhamento regular com cardiologista.
Seguiria o tratamento
Seguiria exatamente o plano indicado pelo meu médico. Não pularia doses, não interromperia o tratamento por conta própria e, principalmente, não pararia o remédio só porque estou me sentindo melhor, ainda mais se eu tivesse condições como hipertensão.
Já salva essas informações, pois elas podem salvar vidas.